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GASTROJUNINA INOVA NA CULINÁRIA E AGRADA PÚBLICO

Terceira edição da Gastrojunina Estácio traz criatividade e profissionalismo no preparo dos pratos típicos.

A terceira Gastrojunina, promovida pelo curso de Gastronomia do Centro Universitário de Belo Horizonte, aconteceu no Estacionamento da unidade Prado, no dia 7 de junho. Além dos pratos típicos, os destaques gastronômicos deste ano foram a “pipoca gourmet” e o “pastelburguer” que agradaram em cheio aos participantes da festa. Sara Tamires, 20, aluna do terceiro período do Curso de gastronomia foi a autora desta inovação. “A pipoca gourmet fez tanto sucesso que já vendi tudo”! ’, comentou sorridente.

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Gustavo Henrique

A Gastrojunina ainda contou com um delicioso tropeiro vegano que fez tanto sucesso que até os carnívoros fizeram questão de provar! Taynara Areal, 22, aluna da Estácio, aprovou o prato: “Tomei um vinho, amei o tropeiro vegano e gostaria muito que tivéssemos mais opções para veganos”, comenta.

As barraquinhas com artesanatos originais e muitas bijuterias atraíram os mais vaidosas. Rosilene Holanda, 53, encantou o público com seu amigurumi, a arte japonesa em crochê adaptada ao gosto mineiro.

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Fábio Souto

A quadrilha contou com a participação animada de todos e foi dirigida por Graça Lage do grupo Estácio da Terceira idade. “Na quadrilha do ano passado da nossa Gastrojunina eu participei como noivo, e gostei tanto que voltei novamente, mas desta vez pra comandar a festa!”, comemora.

Para completar o brilho desta terceira Gastrojunina, a arrecadação de alimentos não perecíveis superou a expectativa do organizador da festa, o professor do Curso de Gastronomia, Renato Lobato. “Já temos uma Fiorino cheia de alimentos, e em breve vamos pedir para subir mais uma”, comemorou satisfeito.

Angela Vieira

Confira mais fotos da cobertura da Gastrojunina, por Gustavo Henrique e  Fábio Souto: @observatoriodoprado

A conscientização de produção e consumo da moda

Caroline Silva

Na quinta feira, 25 de Abril, o Centro Universitário Estácio, unidade Prado exibiu o documentário The Next Black, dentro da semana Fashion Revolution do dia 22 a 26 de Abril. No Brasil, esse movimento vem acontecendo há cinco anos. Durante a semana Fashion Revolution acontecem alguns eventos pontuais, como rodas de conversas, workshops, que promovem mudanças de mentalidade e comportamento em consumidores, empresas e profissionais da moda.

O documentário The Next Black trata de novas formas de enxergar o mercado da moda, através de novos processos produtivos, como por exemplo, confeccionar roupas em laboratório com bactérias.

A coordenadora do curso de Design de Moda, Flávia Aquino, falou sobre a importância do uso consciente de roupas. “A sociedade precisa se conscientizar de que o planeta não comporta mais tanto lixo. De que precisamos repensar os modelos de produção e consumo”, raciocina.

A professora Marcela Melo também falou sobre a relevância do documentário para os alunos em formação destacando que em um mundo complexo como o nosso é preciso ter cuidado com o meio ambiente sendo urgente que novas formas de atuação do designer de moda emerjam. “Pensar nas questões ambientais, em novos processos produtivos e relações de trabalhos mais humanizadas entre outras coisas é o primeiro passo para transformar o campo da Moda. O documentário se mostra de grande importância para os nossos alunos. Escolhemos exibir o documentário na semana do Fashion Revolution com a intensão de gerar uma reflexão acerca da responsabilidade dos designers de Moda na transformação do setor” destaca.

Estácio Promove Roda de Conversa no Festival de Fotografia e Audiovisual

Rafael Aguiar 

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O Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte, localizado na região Oeste da capital, recebeu na última quarta a “Roda de Conversa sobre Fotografia e Projetos Autorais”, realizada pela ex aluna de moda, Fabíola Volponi e pelo estudante de publicidade, Dalmo Marinho.

Na oficina, Fabiola explica como é o processo criativo na linguagem visual e como sua própria família influenciou seu gosto pela arte. A designer de moda é também artesã e pretende seguir no ramo da fotografia artística. Durante palestra, falou sobre a praticidade da fotografia e mostrou seus trabalhos.

Fabíola busca democratizar a fotografia, pois o trabalho que ela faz pode ser feito com qualquer câmera. Ela apresentou um projeto pessoal chamado “O Brasil pelo Mundo”, que mostra modelos brasileiros como destaque de cada etnia. “O Brasil é um país de misturas e esse projeto tem como objetivo mostrar como cada brasileiro tem mais de uma descendência. A ideia é mostrar a miscigenação através da cultura de diversos países”, explica.

A designer de moda aproveitou para falar também a respeito da experiência de compartilhar seus conhecimentos com os alunos de publicidade. “É um prazer. Eu já fui estudante, sei como é. É bom incentivar as pessoas com o que a gente gosta de fazer e para mim foi incrível”, diz.

Jonathan Hans, aluno de Publicidade e Propaganda, ressalta que o celular tornou mais democrático o processo da fotografia. “Antigamente, a câmera era cara e ninguém sabia mexer. Hoje com o celular ficou tudo mais natural e você não tem uma ‘segunda intenção’ pra tirar foto”, diz.

O aluno do 5° período de publicidade e propaganda, Dalmo Marinho, conta como montou junto com alguns amigos um projeto de workshop fotográfico para apresentar no conjunto arquitetônico Casa do Baile, localizada na região da Pampulha em Belo Horizonte. Na época em que o conjunto da Pampulha estava para ser tombado como patrimônio da humanidade, o estudante diz que poderia ter recebido um feedback negativo, pois era novato no ramo. No entanto, a tentativa deu certo e ele foi convidado para fazer o trabalho de audiovisual dos 120 anos de Belo Horizonte.

Na ocasião, a Unesco fez uma exigência para se tornar a Casa do Baile uma referência de arte. Dalmo também fez cerca de 15 workshops para a comunidade local com o foco em arquitetura, de dezembro de 2018 a janeiro deste ano. Segundo o estudante, o processo foi inesperado, pois ele é novato no ramo e não esperava fazer um evento tão importante. “Essa experiência abriu a possibilidade de novas oportunidade”, comenta.

Hoje o estudante de publicidade é empresário e possui cerca de 25 funcionários no ramo de consultoria de eventos e publicidade on-line. Dalmo salientou também as dificuldades que enfrentou em sua trajetória e se mostrou realizado em poder compartilhar a própria experiência com os alunos. “Me sinto um multiplicador, principalmente porque na faculdade a gente vê muita teoria e pouca prática. Gosto de mostrar que sou gente como eles e encorajar, eu mesmo fui muito encorajado pelos profissionais na área”, conta.

Minas Gerais e Espírito Santo recebem o novo Cônsul de Luxemburgo

Angela Vieira

Prestar serviços relacionados à obtenção de vistos, cidadania, assuntos sobre atividades comercias são apenas algumas das muitas tarefas na rotina de um consulado. O Nucom conversou com o Sr. Paulo Henrique Pinheiro de Vasconcelos, o novo cônsul de Luxemburgo no Estado de Minas Gerais e no Espírito Santo. O consulado Luxemburguês foi criado recentemente, há pouco mais de um ano, e há um interesse mútuo em expandir as relações entre as duas nações.

Luxemburgo faz parte da nossa história, pois participou da colonização capixaba no final do século XIX e início do século XX. Hoje ele é considerado o maior centro financeiro da Europa e o segundo maior do mundo e, consequentemente, um centro atrativo para empresas que querem expandir seus negócios na Europa.               Os brasileiros interessados em abrir empresas em Luxemburgo terão um ganho no aspecto linguístico, pois dezesseis por cento da população luxemburguesa é de origem portuguesa, marcando o país com uma expressiva comunidade lusófona.

Nesta entrevista o Cônsul nos fala sobre seu ingresso na carreira diplomática e sobre suas perspectivas em relação ás oportunidades de crescimento bilateral entre Minas Gerais e Luxemburgo. 

Paulo Henrique Pinheiro de Vasconcelos

 

NUCOM: O que o motivou a se postular para a função consular?

CÔNSUL: O que me motivou foi o desejo de contribuir auxiliando e dando apoio aos luxemburgueses que vivem ou estão visitando os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Esta é a primeira atuação do senhor na área diplomática?

CÔNSUL: Sim.

NUCOM: Como um recém-chegado ao mundo da diplomacia, como foi a experiência de começar uma embaixada do zero?

CÔNSUL: Está sendo muito gratificante e ao mesmo tempo uma experiência muito rica do ponto de vista cultural e de aprendizado, uma vez que se trata de um consulado honorário e não de uma embaixada onde o embaixador é um diplomata de carreira que já conhece os assuntos diplomáticos de maneira bem mais profunda.

NUCOM: O senhor possui algum vínculo familiar com Luxemburgo?

CÔNSUL: Sim, através da minha esposa que é descendente de luxemburgueses que se mudaram para o Brasil na década de 1920.

NUCOM: Quais são suas perspectivas em relação ao fomento de novas parcerias comerciais entre Minas Gerais e Luxemburgo?

CÔNSUL: Enxergo boas perspectivas relacionadas a parcerias comerciais entre Minas Gerais e Luxemburgo uma vez que existem em Luxemburgo diversas empresas de tecnologia, fundos de investimentos e outros. Minas Gerais é um estado que tem um enorme potencial de crescimento.

Jornalista robô? Saiba o que é jornalismo automatizado

Por Ângela Vieira e Thayane Marinho

O Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte recebeu a Doutora e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sílvia Dalben, para uma palestra sobre notícias escritas por robôs. A atividade é parte da disciplina Introdução às Profissões de Comunicação, ministrada pelo professor Tiago Salgado. “A ideia foi conjugar prática e teoria, por isso o convidamos profissionais para falar sobre formação e mercado”, conta.

Silva Dalben

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante a conversa com os alunos, Sílvia falou sobre a diferença entre robôs humanoides e inteligência artificial. A professora explica que a inteligência artificial é muito mais complexa do que simplesmente imaginar robôs com formas humanas e “está presente em nossos celulares quando eles, por exemplo, mapeiam nosso itinerário e isso passa despercebido”, observa.  

A jornalista relatou ainda que, diante da modernização, é natural que todas as profissões caminhem para a tecnologia, mas isto não significa que as profissões vão desaparecer. A pesquisadora menciona uma lista de profissões, publicada pela revista Exame, que serão afetadas pelas inovações tecnológicas até 2025, e, dentre elas está o jornalismo. “Gente, como é que o jornalismo vai acabar, se a ciência de dados vai crescer e se é o jornalista que está lidando com a informação? São os jornalistas que vão usar os diferentes softwares para estruturar a notícia, e atrás dos softwares que produzem a automação haverá sempre a presença humana”, analisa.

Para o alívio dos alunos, a professora é otimista e acredita que a automatização ajuda no processamento e número de notícias geradas todos os dias.  “Ao deixar o gerenciamento de dados para algoritmos, o jornalista pode se dedicar á parte mais criativa da informação”, comenta.

Palestra para os  aluno dos curso de comunicação.

O assunto despertou a curiosidade e atenção dos alunos. Amanda Mikaelli, estudante do primeiro período de Jornalismo, afirmou que não fazia ideia do que seria jornalismo automatizado, mas ao final da palestra demonstrou interesse pela área. “É um processo inevitável e eu quero muito fazer parte disso”,conta.    

No final da palestra Sílvia Dalben ponderou sobre as questões éticas em relação ao jornalismo automatizado, sugerindo clareza no relacionamento com o leitor que deve ser informado quando a notícia tiver sido feita por algoritmos de Inteligência Artificial. A palestra ocorreu no dia 29 de abril, na Estácio, unidade Prado.

Confira as dez razões pelas quais os robôs não vão substituir os jornalistas  @observatorioprado

BELA, RECATADA E MODELO

 Caroline Silva 

Contagense nata, filha de confeiteiro e gerente financeira, Ana Luiza Goulart já tem uma trajetória de que se pode orgulhar. Embora a pouca idade, 16 anos, a moça de sinceridade nos olhos, sorriso fácil, pele negra e cachos dignos da princesa da Disney, Moana, já luta por um espaço no mercado da moda. Aos 14 anos deu seus primeiros passos para começar sua carreira, tornando-se modelo de maquiagem, a convite de uma prima. Hoje é modelo fotográfica e de passarela.

Em um universo em que o padrão de beleza sempre foi o da mulher branca, loira, magra e de olhos claros, a modelo vem quebrando tabus, colocando a beleza negra em evidencia. Em trabalho recente, feito para divulgar uma linha de produtos para cabelo, sete modelos foram contratadas, mas apenas Ana Luiza era negra. Segundo a modelo, o preconceito contra a mulher negra é uma realidade. “Uma vez fui modelar para uma coleção de vestidos de noiva e escutei coisas do tipo ‘olha a pele dela, nunca vi noiva negra”, lembra.

Além do preconceito racial, outro desafio da profissão é conseguir trabalhos de forma contínua, pois as modelos mais experientes não apoiam e nem recomendam quem está começando. “Tem semana que tem dois, três trabalhos no mesmo dia, e tem semana que não aparece nada”.

Mesmo frente às dificuldades, Ana Luiza levanta todos os dias e luta pelo seu espaço. A modelo diz que realizar seu sonho é possível.“Cada esforço e cada batalha vencida valeram a pena, mesmo sabendo que tenho um longo caminho a percorrer”, reflete.

Confira o ensaio fotográfico de Adriano Santos  no @observatoriodoprado



 

 

O maior casamento do ano

Hernane Gandra

No mês dos namorados, o ginásio do Mineirinho vai receber no dia 23 de junho a maior celebração de casamentos coletivos do Estado. Exatamente 1.020 casais estarão trocando suas alianças em matrimônio. Esse evento, promovido pela Defensoria Publica do Estado, tem como objetivo ajudar os cidadãos a exercer sua cidadania. Os casais que não têm condições de arcar com as taxas devidas aos cartórios de registro civil poderão celebrar gratuitamente sua união.

Joaquim Silvério e Ana Maria de Paula disseram que essa é uma oportunidade de ouro para eles, que já estão em união estável há sete anos. Devido ao nascimento de dois filhos nesse período, não tiveram condições de se casar e resolveram se juntar. “Vale a pena resolver a nossa vida, problemas sempre virão, mas com esse projeto a união nossa fortalece ainda mais”, comemora Ana Maria,  que aguarda ansiosa pelo momento.

Nessa cerimônia, os mais de mil noivos entrarão pelo tapete vermelho, com a marcha nupcial tocada pela banda da Policia Militar, troca de alianças, bênção ecumênica, entrega das certidões de casamento e sorteio de presentes. Várias autoridades também estarão presentes para prestigiar o evento, que ainda contará com mais seis convidados de cada casal.

O primeiro mutirão do casamento comunitário aconteceu em 11 de dezembro de 2015, quando 600 casais e convidados se reuniram no mesmo ginásio. A coordenadora regional das Famílias e Sucessões da Capital, Michelle Lopes, explica que o casamento comunitário tem cunho social e busca o fortalecimento dos núcleos familiares e dos vínculos afetivos. A ação da Defensoria Pública ainda conta com o apoio de várias entidades e instituições públicas, privadas e organizações não governamentais.

Fotos cedidas pela Assessoria de Comunicação da Defensoria Pública-MG

Limpeza do córrego do Cercadinho entra em reta final

Bruno Vieira e Kaio Reis

A Prefeitura de Belo Horizonte, juntamente com a Administração Regional Oeste e a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), está realizando uma limpeza no córrego do Cercadinho que tem previsão de termino na próxima sexta-feira,  7 de abril de 2017. O córrego possui 12,6 km² de drenagem, suas nascentes estão localizadas próximas à BR 040, passando pelos bairros Buritis, Estoril, Estrela Dalva, Palmeiras, Havaí, Marajó e parte do Belvedere e Olhos d’Água.

O trabalho conta com uma equipe de 20 funcionários da SLU, que começaram os serviços no dia 7 do mês passado. De acordo com os trabalhadores, são retiradas por dia cerca de duas toneladas de capim e outros materiais, que estão sendo enviados para o aterro Macaúbas, localizado no município de Sabará.

De acordo com nota da Prefeitura da Capital, já foram limpos 13 mil dos 36 mil metros de extensão do córrego do Cercadinho e 80 toneladas de lixo foram coletadas. Além de capim, foram retirados objetos como, televisores, geladeiras, pedaços de madeira, fogão, entulho e lixo doméstico.

Alunos do 5º período do curso de Direito, marcam presença no II Seminário de Pesquisa Extensão da Estácio Belo Horizonte

Foto: Camila Mayra
Foto: Camila Mayra

Por Camila Mayra
Os alunos do 5° período do curso de direito do campus floresta João Paulo Brandão, Jéssica Crispim Fonte, Maria Diniz Câmpara de Jesus e Rodnei Diniz apresentarão o trabalho de pesquisa a Análise do laboratório do direito de consumidor.
Segundo Jéssica Crispim o Seminário de pesquisa é muito importante para que os alunos se familiarizem com as apresentações de trabalho.

XIII Semana de História e VIII Colóquio de Iniciação Científica Centro Universitário Estácio de BH

Por Prosa- Comunicação Integrada

XIII Semana de História e VIII Colóquio de Iniciação Científica  HISTÓRIA E TEMPORALIDADE

Palestras e mini cursos que serão realizados durante a Semana acadêmica do curso de História.

PROGRAMAÇÃO

Palestras

  • Dia 16/05 – Auditório Prado

Horário: 19:00

Palestra com o Profª. Drª. Helena Mollo (UFOP)

Tema: “Experiência do tempo e construção da história na modernidade”

  • Dia 17/05 – Auditório Prado

Horário: 19:00 às 22:40

Colóquio de Iniciação Científica

  • Dia 18/05 – Auditório Prado

Horário: 19:00 às 22:40

Filme comentado: “Que horas ela volta?”, Brasil, 2015, Drama, 1 hora e 54 min, Direção: Anna Muylaert

Condução: Profa. Dra. Marcelina Almeida

Mini-cursos

  • Dia 19/05 – Salas de aula no bloco do Curso de História

Horário: 19:00 às 20:30

1 – História da Arte: do Renascimento à Pop Art

Prof. Dr. Gilvan Araujo – 30 vagas

2 – Movimento Operário em Belo Horizonte (1897-1930)

Profª Msc Renata Garcia Duarte

3 – Arte e design no século XX.

Prof. Msc. Elias Mol – 50 vagas

Horário: 20:30 às 22:00

  1. Educação Patrimonial: formação, memórias e identidades.

Profa. Msc Mariana Cavaca – 40 vagas

5 – Escravidão negra na historiografia brasileira

Profª. Drª. Cristiany Rocha – 30 vagas

6 – Aspectos Gerais da formação do Ensino Superior no Brasil: da Colônia ao Século XX.

Prof. Msc Roger Vieira – 30 vagas

 Inscrições deverão ser feitas até o dia 13 de maio, pessoalmente, com a profa. Marcelina Almeida e/ou o prof. Roger Vieira ou através do e-mail: almeidamarcelina@gmail.com  

 As inscrições estarão sujeitas ao número de vagas disponibilizadas pelos ofertantes e obedecerão à ordem de chegada.

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